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O que são webhooks de inquéritos e quando deve utilizá-los?

Uma resposta a um inquérito só é útil quando chega aos sistemas e às pessoas que precisam dela.

Para muitas organizações, recolher respostas não é o principal problema. A verdadeira dificuldade está no que acontece depois de alguém submeter o inquérito.

Um cliente pode comunicar um problema grave. Um participante numa formação pode atribuir uma pontuação muito baixa. Um potencial cliente pode pedir para ser contactado. Um colaborador pode levantar uma questão que necessita de atenção. Um respondente pode fornecer informações que devem atualizar um registo interno.

Se esses dados permanecerem no painel do inquérito, alguém terá de os identificar, copiar e transferir manualmente para outro sistema.

Isso provoca atrasos.

Também cria um ponto fraco no processo. Informações importantes podem passar despercebidas, ser transferidas incorretamente ou ser tratadas demasiado tarde.

Os webhooks de inquéritos permitem resolver este problema enviando dados de eventos do inquérito diretamente do Enquete para outra aplicação quando ocorre um evento específico.

Para organizações com programadores, software interno ou workflows personalizados, os webhooks podem transformar respostas a inquéritos em eventos operacionais em tempo real, em vez de registos estáticos à espera de serem analisados.

No entanto, os webhooks não são a solução certa para todas as integrações.

Oferecem maior controlo do que muitas ferramentas no-code, mas também exigem maior responsabilidade técnica. Antes de os utilizar, é importante compreender como funcionam, em que situações são mais adequados e o que a sua organização deve estar preparada para gerir.

 

O que é um webhook de inquérito?

Um webhook é uma forma de uma aplicação enviar automaticamente informações para outra aplicação quando acontece determinado evento.

No contexto do Enquete, o evento pode ser uma nova resposta a um inquérito ou uma resposta concluída.

Quando ocorre o evento configurado, o Enquete envia um pedido contendo os dados relevantes do inquérito para um endereço web fornecido pela sua organização. Esse endereço é denominado endpoint do webhook.

O sistema recetor decide então o que fazer com os dados.

Pode guardar a resposta numa base de dados, atualizar um registo de cliente, criar um caso de suporte, iniciar um workflow interno, enviar uma notificação ou executar outra ação definida pelos seus programadores.

Isto é diferente de pedir à aplicação recetora que consulte repetidamente o Enquete à procura de novas informações.

Com um webhook, o Enquete envia o evento quando este acontece.

Isso torna os webhooks particularmente úteis para workflows em que a rapidez é importante.

Uma reclamação de cliente pode entrar num processo de suporte pouco depois de ser submetida. Um pedido comercial pode ser enviado para um sistema interno de gestão de leads. Uma avaliação de formação pode atualizar a plataforma de relatórios de uma organização. Uma aplicação personalizada pode reagir a um inquérito concluído sem esperar por uma exportação manual.

O webhook funciona como a ligação entre o evento do inquérito e o sistema seguinte no workflow.

 

Como funcionam os webhooks de inquéritos

Um workflow de webhook começa com um acionador.

O acionador é o evento no Enquete que faz com que a informação seja enviada. Dependendo da configuração disponível, pode acontecer quando é criada uma nova resposta ou quando uma resposta ao inquérito é concluída.

A sua organização fornece o endpoint para o qual o Enquete deve enviar os dados.

Quando o evento ocorre, o Enquete faz um pedido HTTP para esse endpoint. O pedido contém um payload com informações sobre o evento do inquérito e a resposta.

A aplicação recetora processa esse payload de acordo com as suas próprias regras.

Por exemplo, pode verificar o identificador do inquérito, ler as respostas do respondente, identificar uma pontuação de satisfação baixa e criar um caso para a equipa de customer success.

O sistema recetor devolve então uma resposta HTTP.

Uma resposta bem-sucedida encontra-se normalmente no intervalo de códigos de estado 200–299. Isto informa o Enquete de que o sistema recetor aceitou a entrega.

Quando o endpoint devolve um erro, ocorre um timeout ou está indisponível, a entrega pode ser registada como falhada. O responsável pela integração pode então investigar o que aconteceu.

Este processo pode parecer simples, mas uma implementação fiável de webhooks exige mais do que criar um URL e aceitar dados recebidos.

O sistema recetor deve verificar os pedidos, tratar erros, impedir o processamento duplicado e responder com rapidez suficiente para que as entregas sejam concluídas com sucesso.

 

Porquê utilizar webhooks em vez de exportações manuais?

As exportações manuais são úteis para relatórios, análises pontuais e transferências ocasionais de dados.

São muito menos eficazes quando um processo empresarial depende de uma ação imediata.

Suponha que uma organização realiza um inquérito de satisfação do cliente após cada interação com o suporte. Uma vez por semana, um gestor exporta as respostas e analisa as pontuações mais baixas.

Esse processo pode eventualmente identificar problemas, mas não permite uma recuperação rápida da relação com o cliente.

Um cliente que atribui uma pontuação muito baixa na segunda-feira pode só ser contactado na sexta-feira. Nessa altura, poderá já ter escalado o problema, cancelado o serviço ou decidido que a organização não leva o feedback a sério.

Um webhook pode enviar a resposta concluída para o processo de suporte pouco depois da sua submissão.

O mesmo princípio aplica-se a muitos outros workflows.

Um potencial cliente que pede uma demonstração não deve ter de esperar que alguém exporte os resultados do inquérito. Uma preocupação interna grave não deve permanecer oculta até ao próximo ciclo de relatórios. Um formulário de registo pode precisar de atualizar imediatamente um sistema operacional.

Os webhooks reduzem o intervalo entre a recolha e a ação.

Também reduzem o trabalho repetitivo. Assim que a integração estiver a funcionar corretamente, o mesmo processo pode ser executado de forma consistente para cada evento relevante.

 

Quando os webhooks são a escolha certa

Os webhooks são mais valiosos quando o Enquete precisa de se ligar diretamente a um sistema controlado pela sua organização ou quando o workflow exige uma lógica que uma integração padrão não consegue fornecer facilmente.

Uma situação comum é a integração com uma aplicação interna.

A sua organização pode ter o seu próprio CRM, portal de clientes, plataforma de formação, sistema de gestão de casos ou solução de relatórios. Essa aplicação pode não estar disponível num marketplace de integrações no-code.

Um webhook proporciona aos seus programadores uma forma direta de receber eventos do Enquete e ligá-los ao sistema interno.

Os webhooks também são úteis quando o processo inclui regras empresariais personalizadas.

Por exemplo, a sua aplicação pode precisar de comparar a resposta com dados existentes do cliente, determinar se já existe um caso de suporte, calcular uma pontuação de risco e encaminhar o caso com base no nível de contrato do cliente.

Esse tipo de lógica pode ser demasiado especializado para um workflow de automatização simples.

Outro caso de utilização importante ocorre quando a sua organização pretende controlar a forma como os dados são armazenados e processados.

Com uma integração direta através de webhook, os seus programadores podem validar os dados recebidos, remover campos desnecessários, transformar o payload, aplicar regras internas de acesso e decidir exatamente como a informação entra na sua infraestrutura.

Por isso, os webhooks são uma boa opção quando a flexibilidade, o controlo direto dos sistemas ou o processamento personalizado são mais importantes do que a facilidade de configuração.

 

Quando os webhooks podem ser desnecessários

Os webhooks são poderosos, mas isso não significa que devam ser a escolha predefinida.

Se a sua organização apenas precisar de enviar respostas para uma aplicação comum, criar uma tarefa simples, atualizar uma folha de cálculo ou enviar uma notificação, uma ferramenta no-code como o Zapier pode ser mais rápida e mais fácil de manter.

Criar uma integração personalizada através de webhook para um workflow simples pode introduzir complexidade desnecessária.

Alguém terá de desenvolver o endpoint, alojá-lo, protegê-lo, monitorizá-lo e mantê-lo. Alterações na aplicação recetora podem exigir atualizações de código. Entregas falhadas têm de ser investigadas. Os logs têm de ser preservados e analisados.

Uma integração tecnicamente impressionante não é automaticamente uma boa decisão empresarial.

A pergunta correta não é: “Conseguimos construir isto com um webhook?”

A pergunta mais importante é: “Este workflow justifica desenvolvimento personalizado e manutenção contínua?”

Se uma plataforma de automatização simples conseguir gerir o processo de forma fiável, utilizar um webhook pode ser excessivo.

Os webhooks são mais valiosos quando a sua flexibilidade adicional resolve uma necessidade real.

 

Formas práticas de utilizar webhooks do Enquete

Uma das utilizações mais importantes dos webhooks de inquéritos é o suporte ao cliente.

Uma resposta com uma pontuação de satisfação baixa pode ser enviada para um sistema interno de suporte. A aplicação recetora pode criar um caso, anexar as respostas do inquérito, identificar o cliente e atribuir o problema à equipa adequada.

Isto ajuda a organização a responder antes de o cliente ser obrigado a reclamar novamente.

Os workflows de vendas constituem outra utilização prática.

Um respondente pode demonstrar interesse num produto, solicitar uma demonstração ou pedir para ser contactado. O webhook pode enviar essa informação para uma plataforma de vendas personalizada, onde o lead pode ser qualificado e atribuído.

Os webhooks também podem apoiar a formação e a educação.

Uma avaliação concluída pode atualizar um registo de formação, calcular uma pontuação média, guardar o feedback do participante ou iniciar uma revisão quando o resultado ficar abaixo de um padrão interno.

Na gestão de eventos, uma resposta de inscrição pode atualizar uma base de dados de participantes, reservar um lugar, gerar um registo interno de confirmação ou notificar a equipa do evento quando for apresentado um pedido especial.

As aplicações internas também podem utilizar webhooks para sincronizar dados de inquéritos com registos existentes.

Um perfil de cliente pode ser atualizado com uma nova pontuação de satisfação. Um registo de projeto pode receber uma avaliação concluída. Um sistema de conformidade pode guardar provas de que um questionário obrigatório foi preenchido.

O valor do webhook não está apenas na transferência.

O seu valor resulta do que o sistema recetor pode fazer imediatamente após receber o evento.

 

Webhooks e processamento em tempo real

Os webhooks são frequentemente descritos como integrações em tempo real.

Esta descrição é útil, mas não deve ser interpretada como uma garantia absoluta de processamento instantâneo.

Um webhook é orientado por eventos. O Enquete envia o pedido quando ocorre o evento configurado. Isto permite normalmente que o sistema recetor reaja muito mais depressa do que através de uma exportação manual ou de uma revisão agendada.

No entanto, a velocidade final continua a depender de vários fatores.

O servidor recetor tem de estar disponível. O endpoint tem de responder rapidamente. Problemas de rede podem provocar atrasos. A aplicação pode colocar o evento numa fila antes de o processar. A lógica empresarial interna pode exigir tempo adicional.

O termo mais adequado é frequentemente quase em tempo real.

Os dados podem ser transferidos rapidamente, mas uma integração fiável deve ser concebida para lidar com falhas temporárias e atrasos de processamento.

Isto é importante porque algumas organizações criam workflows partindo do princípio de que cada webhook será entregue uma única vez, imediatamente e pela ordem perfeita.

Essa suposição é perigosa.

Um sistema preparado para produção deve esperar novas tentativas ocasionais, entregas duplicadas, serviços indisponíveis e tempos de processamento invulgares.

 

Proteger o endpoint do webhook

Um endpoint de webhook é um endereço público que recebe dados de outro sistema.

Isso significa que a segurança não pode ser tratada como um elemento opcional.

A aplicação recetora deve verificar se os pedidos recebidos vieram realmente do Enquete.

Uma forma de o fazer é através de um segredo de webhook e de uma assinatura do pedido. O sistema recetor pode utilizar o segredo para validar a assinatura incluída no pedido.

Isto ajuda a impedir que um atacante envie pedidos falsificados para o seu endpoint e finja que foram enviados pelo Enquete.

O segredo deve ser armazenado de forma segura.

Não deve ser colocado num repositório de código público, incluído em JavaScript do lado do cliente, partilhado em capturas de ecrã ou enviado através de canais de comunicação não seguros.

O endpoint também deve utilizar HTTPS.

O HTTPS encripta a ligação entre o Enquete e o servidor recetor, ajudando a proteger os dados do inquérito durante a transferência.

O acesso aos logs de entrega e aos payloads também deve ser limitado. As respostas aos inquéritos podem conter nomes, endereços de e-mail, comentários, informações de clientes ou outros dados pessoais.

A sua organização deve transferir apenas as informações necessárias para o workflow e conservá-las apenas durante o período necessário.

A segurança deve ser integrada desde o início e não acrescentada depois de o sistema já estar em produção.

 

Gerir entregas duplicadas

Um recetor de webhooks nunca deve assumir que cada evento chegará apenas uma vez.

Uma entrega pode ser repetida quando o pedido original excede o tempo limite ou quando o servidor recetor devolve um erro. Em algumas situações, o primeiro pedido pode ter sido processado com sucesso apesar de o Enquete não ter recebido uma resposta bem-sucedida.

Isto pode resultar em entregas duplicadas.

Se a aplicação recetora processar cada entrega como um novo evento, poderá criar contactos de CRM, casos de suporte, tarefas, notificações ou registos de base de dados duplicados.

Para evitar isto, o sistema recetor deve utilizar o identificador de entrega para reconhecer eventos que já tenham sido processados.

O cabeçalho X-Enquete-Delivery pode ser utilizado como chave de idempotência.

Idempotência significa que processar o mesmo evento várias vezes produz o mesmo resultado que processá-lo uma única vez.

A aplicação pode guardar o identificador de entrega após o processamento bem-sucedido. Quando o mesmo identificador voltar a chegar, pode ignorar o duplicado ou devolver uma resposta de sucesso sem repetir a ação empresarial.

Trata-se de um pequeno detalhe técnico com grandes consequências operacionais.

Uma integração de webhook que não trate os duplicados pode parecer funcionar corretamente durante os testes, mas criar problemas graves de qualidade dos dados em produção.

 

Responder rapidamente aos pedidos de webhook

O endpoint recetor deve confirmar a receção do webhook o mais rapidamente possível.

Um erro comum consiste em executar todo o processamento empresarial antes de devolver uma resposta.

Por exemplo, o endpoint pode receber o webhook, chamar vários serviços internos, atualizar várias bases de dados, gerar um relatório, enviar e-mails e esperar pela conclusão de todas as tarefas antes de responder.

Isso torna o endpoint lento e aumenta a probabilidade de ocorrer um timeout.

Uma arquitetura mais robusta consiste em validar o pedido, guardar o evento ou colocá-lo numa fila e devolver rapidamente uma resposta de sucesso.

O processamento mais pesado pode depois continuar em segundo plano.

Este design é mais resiliente.

Separa a entrega do processamento empresarial. O Enquete recebe confirmação de que o evento foi aceite, enquanto a aplicação recetora pode repetir independentemente operações internas caso algo falhe posteriormente.

Esta abordagem é especialmente importante para sistemas que podem receber muitos eventos de inquéritos num curto período.

O endpoint do webhook deve permanecer leve e previsível.

 

Monitorizar entregas de webhooks

Um webhook não deve ser tratado como um sistema que pode ser configurado uma vez e depois esquecido.

Os endpoints podem falhar. As credenciais podem mudar. Os certificados podem expirar. As aplicações podem ser implementadas novamente de forma incorreta. As dependências de bases de dados podem ficar indisponíveis. As atualizações de código podem introduzir erros.

Sem monitorização, a integração pode deixar de funcionar enquanto todos continuam a assumir que os dados do inquérito estão a circular normalmente.

Os logs de entrega de webhooks do Enquete ajudam os utilizadores a analisar entregas bem-sucedidas e falhadas.

Os logs podem apresentar informações como o evento, estado da entrega, resposta HTTP, duração do processamento, payload, mensagem de erro e identificador de entrega.

Estas informações são valiosas para diagnosticar problemas.

Uma resposta 404 pode indicar que o URL do endpoint está incorreto. Uma resposta 401 ou 403 pode indicar um problema de autenticação ou validação da assinatura. Uma resposta 500 sugere que a aplicação recetora encontrou um erro interno. Um timeout pode indicar que o endpoint está a responder demasiado lentamente.

O responsável pela integração deve analisar as entregas falhadas e definir um processo operacional para as tratar.

Um webhook que falhou não é apenas um problema técnico. Pode significar que uma reclamação importante de um cliente, um lead, uma inscrição ou um relatório interno não chegou ao sistema previsto.

 

Testar antes de entrar em produção

Um webhook deve ser testado com mais do que uma resposta ideal.

O primeiro teste deve confirmar que o Enquete consegue chegar ao endpoint e que o endpoint devolve um estado HTTP de sucesso.

Depois disso, a aplicação recetora deve ser testada com diferentes payloads e condições.

O que acontece quando falta um campo opcional? O que acontece quando um comentário está vazio? O sistema consegue processar caracteres especiais? Consegue lidar com respostas grandes? Rejeita uma assinatura inválida? O que acontece quando a mesma entrega é enviada duas vezes?

Também deve testar cenários de falha.

Devolva temporariamente um erro e confirme que este aparece nos logs de entrega. Torne o endpoint lento e observe como os timeouts são tratados. Desligue uma dependência interna e confirme que o evento não é silenciosamente perdido.

Uma integração de webhook não está pronta apenas porque um pedido de exemplo foi bem-sucedido.

Está pronta quando os casos de falha esperados foram considerados e o sistema se comporta de forma previsível.

 

Os webhooks não substituem o design do workflow

Um webhook pode transferir dados rapidamente, mas não consegue decidir se o processo em torno desses dados faz sentido.

Suponha que uma pontuação de satisfação baixa cria um caso no seu sistema interno.

Quem é responsável pelo caso? Com que rapidez deve responder? De que informações necessita? Como é contactado o cliente? Quando é que o caso é considerado resolvido? O que acontece quando o mesmo cliente envia outra resposta?

Estas são questões relacionadas com o workflow, não com o webhook.

A integração pode iniciar o processo, mas a sua organização continua a ter de definir esse processo.

Sem uma responsabilidade claramente definida, o webhook pode criar registos que ninguém analisa. Sem regras adequadas, pode criar demasiados casos. Sem filtragem correta, pode transferir desnecessariamente informações sensíveis.

A tecnologia deve apoiar uma decisão operacional claramente definida.

Antes de implementar um webhook, identifique o evento exato, o sistema recetor, os dados necessários, a ação esperada e a pessoa responsável pelo resultado.

Se estes elementos não estiverem claros, a integração ainda não está pronta para ser desenvolvida.

 

Conclusão

Os webhooks de inquéritos permitem ao Enquete enviar dados de eventos diretamente para outra aplicação quando acontece algo importante.

Podem ajudar os problemas dos clientes a chegar mais depressa aos sistemas de suporte, enviar potenciais clientes qualificados para workflows de vendas, atualizar registos internos, acionar lógica empresarial personalizada e ligar respostas de inquéritos a aplicações que não estão disponíveis através de integrações padrão.

A sua principal vantagem é o controlo.

A sua organização decide como o pedido é validado, como os dados são transformados, onde são armazenados e que ação é executada de seguida.

Esse controlo implica responsabilidade.

O endpoint tem de ser protegido, as entregas duplicadas têm de ser tratadas, as falhas têm de ser monitorizadas e a aplicação recetora deve ser concebida para processar eventos de forma fiável.

Por isso, os webhooks são mais adequados para organizações que têm uma necessidade real de integração personalizada e a capacidade técnica necessária para a manter.

Quando o workflow é simples, o Zapier pode ser a opção mais prática. Quando o workflow é especializado, crítico para o negócio ou profundamente ligado ao seu próprio software, os webhooks podem fornecer a flexibilidade necessária.

A melhor integração não é a mais técnica.

É aquela que transfere a informação certa para o sistema certo e aciona uma ação claramente definida enquanto a resposta ainda é relevante.

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